Opa!!! Seja bem vindu ao meu blog. Um lugar caloroso e abrangente, que possibilita uma série de possibilidades que as próprias possibilidades nos possibilitam.
É gentiii!!! tive que postar duas músicas que para minha persona é de grande valia. Uma vez que estas tratam da alta criatividade de ícones da música brasileira contemporânea e eterna. Desde já...
Eu sou o Luís Antônio, nascido em Petrópolis e criado em Chiador (Chiador para quem não conhece é uma cidade na divisa com o estado do Rio de Janeiro. Com aproximadamente 3.000 habitantes no municipio, porém na cidade vivem umas 500 pessoas) Mas é isso!!! Mais informações ligue para o meu celular se você for uma mulher livre e cheia de amor.
4 comentários:
Que mané ligar procê... Trata de produzir, escrever e postar matéria, pois depois não vai dá prá chiar...
Balada de Agosto
Fagner e Zeca Baleiro
Lá fora a chuva desaba e aqui no meu rosto
Cinzas de agosto e na mesa o vinho derramado
Tanto orgulho que não meço
O remorso das palavras
Que não digo
Mesmo na luz não há quem possa Se esconder no escuro
Duro caminho o vento a voz da tempestade
No filme ou na novela
É o disfarce que revela
O bandido
Meu coração vive cheio de amor e deserto
Perto de ti dança a minha alma desarmada
Nada peço ao sol que brilha
Se o mar é uma armadilha
Nos teus olhos
Meu coração vive cheio de amor e deserto
Perto de ti dança a minha alma desarmada
Nada peço ao sol que brilha
Se o mar é uma armadilha
Nos teus olhos
Nos teus olhos
Bienal
Zeca Baleiro / Zé Ramalho
Desmaterializando a obra de arte no fim do milênio
Faço um quadro com moléculas de hidrogênio
Fios de pentelho de um velho armênio
Cuspe de mosca pão dormido asa de barata torta
Meu conceito parece à primeira vista
Um barrococó figurativo neo-expressionista
Com pitadas de art-nouveau pós-surrealista
Calcado na revalorização da natureza morta
Minha mãe certa vez disse-me um dia
Vendo minha obra exposta na galeria
Meu filho isso é mais estranho que o cu da jia
E muito mais feio que um hipopótamo insone
Pra entender um trabalho tão moderno
É preciso ler o segundo caderno
Calcular o produto bruto interno
Multiplicar pelo valor das contas de água luz e telefone
Rodopiando na fúria do ciclone
Reinvento o céu e o inferno
Minha mãe não entendeu o subtexto
Da arte desmaterializada no presente contexto
Reciclando o lixo lá do cesto
Chego a um resultado estético bacana
Com a graça de Deus e Basquiat
Nova Iorque me espere que eu vou já
Picharei com dendê de vatapá
Uma psicodélica baiana
Misturarei anáguas de viúva
Com tampinhas de pepsi e fanta uva
Um penico com água da última chuva
Ampolas de injeção de penicilina
Desmaterializando a matéria
Com a arte pulsando na artéria
Boto fogo no gelo da Sibéria
Faço até cair neve em Teresina
Com o clarão do raio da Silibrina
Desintegro o poder da bactéria
Com o clarão do raio da Silibrina
Desintegro o poder da bactéria
É gentiii!!! tive que postar duas músicas que para minha persona é de grande valia. Uma vez que estas tratam da alta criatividade de ícones da música brasileira contemporânea e eterna. Desde já...
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